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Aerotrio Paulo Guilherme (teclados e sintetizadores), Fábio Alves (contrabaixo) e Edmar Travassos (bateria) formam o Aerotrio, grupo que confirma a reputação paraibana como celeiro de grandes músicos, apesar das dificuldades de viabilização de trabalhos de menor apelo comercial imediato. Egresso da movimentada cena instrumental de Campina Grande, o grupo iniciou suas atividades há três anos, consolidando a formação de trio e concretizando seu trabalho musical em um CD de estréia homônimo. No disco, a representação fiel da essência do som que a banda mostra ao vivo, marcado pela influência jazzística – do “free” ao “acid”, com ecos dos mestres Louis Armstrong, Count Basie e Miles Davis, além de pitadas de eletrônica e de experimentalismo, em faixas como “Coton”, “Salamangaia” e “New Orleans/Brasil”. É para mostrar essa sonoridade permeada por técnica e ecletismo que o Aerotrio se apresenta no Festival BNB Instrumental. | | |
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Cássio Nobre Multiinstrumentista, compositor e produtor musical, Cássio Nobre segue divulgando seu primeiro disco solo – “Última Pele” –, lançado em 2007, pelo selo Tantas Coisas, com distribuição nacional pela Tratore. O álbum foi selecionado pelo Programa BNB de Cultura 2006 e pelo Edital de Programação Cultural dos Centros Culturais do BNB no Ceará e na Paraíba em 2008. Um disco de música brasileira, com fortes influências africanas, latinas e experimentais. Segundo Cássio Nobre, a principal característica desse trabalho é o ecletismo, refletindo a busca por uma linguagem musical universal. Um mosaico de sonoridades, células rítmicas, linhas melódicas e estilos musicais, com instrumentos que vão de viola, guitarra e baixo fretless a alaúde árabe, atabaques, zabumba, pandeiro e berimbau de arco. No palco com Cássio Nobre, o guitarrista e baixista Júlio Caldas, o baterista Emanuel Venâncio, e o pianista e acordeonista Saulo Gama. | | |
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Chorisso A originalidade do nome já adianta o diferencial que se propõe esse grupo formado há um ano por professores e estudantes do Departamento de Música da Universidade Federal da Paraíba. Composto por José Augusto Maropo (flauta), Vinícius (violão de seis), Breno Tavares (violão de sete), Poty Filho (cavaquinho), Carlos Moura (pandeiro) e Jéferson dos Santos (percussão), o grupo percorre o repertório clássico do choro, além de um amplo trabalho de pesquisa, revelando pérolas menos conhecidas do grande público, no universo chorão, e ampliando seu leque musical ao frevo, ao baião e a outros gêneros bem brasileiros. A formação tradicional do regional de choro ganha outras possibilidades sonoras, a partir do acréscimo de instrumentos eruditos ou sinfônicos. Complementando a proposta do grupo, a seleção de composições de novos autores, equilibrando a mistura entre tradição e renovação, sempre a serviço da música de qualidade. | | |
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Cleivan Paiva Trio Violonista, guitarrista, poeta, compositor de música instrumental e vocal, Cleivan Paiva iniciou sua trajetória musical nos festivais da canção da região do Cariri, no sul do Ceará – berço de numerosos e expressivos talentos da música brasileira. Participou de festivais de abrangência nacional, na TV Cultura de São Paulo e na extinta TV Tupi. Também tem experiência em trilha para cinema, assinando músicas originais para os filmes “O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto” e “A Saga do Guerreiro Aluminoso”. Valorizando a música instrumental, já dividiu o palco com mestres como Hermeto Pascoal, Mauro Senise e Gilson Peranzzetta. Mais recentemente, vem apresentando seu show autoral em eventos como o Encontro Internacional de Trovadores e Violeiros em Quixeramobim–CE, a Expo Crato e o Festival BNB da Música Instrumental. Ao qual retorna agora, ladeando seu violão e sua guitarra com o talento de João Neto (contrabaixo) e Francisco Demontiê (bateria). | | |
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Costinha Bacharel em fagote e saxofone pela Universidade Federal da Paraíba, Heleno Feitosa Costa Filho, o Costinha, iniciou sua trajetória musical aos 10 anos de idade, em sua cidade natal, Itaporanga. Com ampla experiência em diversas formações instrumentais, também tem participado como solista em shows e gravações de discos ao lado de artistas renomados nacional e internacionalmente, tanto na música erudita quanto no universo popular. É membro fundador do JPSax, grupo paraibano com o qual gravou dois álbuns – “JPSax Quarteto” e “Brasil: um Século de Saxofone”, ambos lançados nacionalmente pela gravadora CPC Umes. Atualmente, Costinha leva sua musicalidade à movimentada cena instrumental potiguar, como professor de saxofone da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Costinha conta ainda com um CD solo, produzido em 2005, dando uma boa mostra de sua musicalidade de virtuosismo e versatilidade, através de composições próprias que vão do funk à bossa e da balada ao baião. | | |
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Di Freitas & Pablo Lerner Um encontro entre o medieval e o nordestino através do universo do bordão, ou pedal. Uma viela de roda húngara dialogando com as rabecas do Nordeste, herdeiras da tradição de bordão medieval. Sons semelhantes vindos de terras e tempos distantes. Um repertório que inclui o baião, a cantiga de cego e a música rural européia. Essa é a proposta da apresentação de Francisco Di Freitas, instrumentista e luthier egresso da cena musical da região do Cariri cearense, e do argentino Pablo Lerner, no III Festival BNB da Música Instrumental. Com o conhecimento de causa de quem viveu na Hungria para se dedicar ao estudo da viela de roda, Lerner tem aproximado o som da viela ao da rabeca, criando um novo estilo no seu instrumento ao se aproximar de músicos da região sul do Ceará, como os integrantes dos grupos Dr. Raiz e Zabumbeiros Cariris. Como convidados, Jose Evânio (rabeca, pífano, percussão e viola caipira) e Cidália Maria, também na rabeca, ajudam a costurar o repertório que vai da tradição nordestina a canções das escolas húngara e judaica. | | |
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Di Stéffano Natural de Natal (RN), Di Stéffano iniciou cedo sua trajetória musical. Estudou teoria e percepção musical com o pianista Eduardo Taufic, tendo estudado, ao longo de sua formação, com mestres como Paschoal Meirelles, Kiko Freitas, Gledson Meira e Robertinho Silva. Paralelamente, seguiu seus estudos como autodidata. Tomou o rumo do Rio de Janeiro e se tornou um dos mais requisitados bateristas brasileiros, tendo tocado com artistas como João Donato, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Max Viana, entre outros. Di Stéffano também acumula participações em inúmeros festivais de jazz e música instrumental, em vários estados, tendo dividido o palco com instrumentistas como Torcuato Mariano, Arthur Maia, Jubileu Filho, Sergio Groove e Márcio Montarroyos. Di Stéffano trabalha atualmente no lançamento de seu primeiro DVD instrumental. Antes, vem ao III Festival BNB da Música Instrumental, ao lado de Humberto Luiz (teclado) e Moisés de Souza (baixo). | | |
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Dihelson Mendonça Trio O Dihelson Mendonça Trio surgiu como remanescente do primeiro quarteto de Jazz formado em 1986 pelo pianista cratense Dihelson Mendonça, chamado Cariri Samba-Jazz Quartet. Diversos músicos do Cariri cearense já passaram pelo grupo, o primeiro da região a se dedicar exclusivamente ao jazz e à bossa nova. Atualmente, o grupo conta com o contrabaixo de João Neto, a bateria de Saul Brito e, eventualmente, o teclado de Érico Auto. Seja qual for a formação, a filosofia do grupo permanece a mesma: realizar um trabalho instrumental inovador, com composições próprias, além de releituras dos grandes clássicos do jazz, da bossa e da música brasileira como um todo, com novos e ousados arranjos. Tudo permeado pela musicalidade e pela experiência de Dihelson Mendonça, pianista que já dividiu palcos e estúdios com artistas como Hermeto Pascoal, Vinícius Dorin e Toninho Horta. Uma vida dedicada à música, cuja pluralidade é exemplificada em temas autorais como “Quebradeira”, “Cuba libre” e “O estado perfeito”. | | |
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Duo Pianíssimo Formado pelos pianistas Isaura Rute e Tiago Callou, ambos da região do Cariri cearense, o Duo Pianíssimo se dedica a executar e divulgar a música erudita de qualidade. Isaura iniciou seus estudos de piano muito jovem, com a professora americana Jean Howorth. Sob a orientação da mestra Nelma Dahas Muniz, formou-se bacharel em piano pela Universidade Estadual do Ceará e foi premiada no Concurso de Piano Paurillo Barroso, da Secretaria de Cultura do Ceará. Atualmente rege o Coral Schoenberg e dedica boa parte do seu tempo à formação de novos pianistas. Tiago, por sua vez, foi aluno da própria Isaura, atual parceira, e tornou-se um pianista maduro, interpretando peças de grandes mestres, como Chopin, seu compositor preferido. Atualmente leciona piano no Complexo Cultural Schoenberg. Em sua atual apresentação, o Duo Pianíssimo interpreta, de Peter Tchaikovsky, o Concerto-Suíte do Ballet Quebra-Nozes, terceiro e último concerto escrito pelo compositor, além de peças de Mozart e Bizet. | | |
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Edilson Ferreira Francisco Edilson Ferreira da Silva iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade, tornando-se profissional logo aos 15 anos. Trabalhou como guitarrista em grupos regionais, como Banda Show Fênix, Banda Estação Lunar, Banda Bis, Banda Flor da Terra e Banda João Dino, entre outras. Em sua trajetória musical, já desenvolveu parcerias com grandes músicos, como César do Acordeom, Chico Ceará e Lico do Acordeom, além de cantores solistas. Edilson se dedica ao estudo do violão erudito e popular, estudando peças de violonistas renomados, como Raphael Rabelo, Paco de Lucia, Vicente Amigo, Dilermando Reis e Sebastião Tapajós. Também se dedica a releituras de compositores contemporâneos, entre eles o consagrado violonista cearense Nonato Luiz. Atualmente, Edilson exerce a função de professor de violão nas cidades de Cajazeiras e São José de Piranhas, ambas na Paraíba, tendo o objetivo de compartilhar o seu conhecimento musical e a sua vivência com o violão solo. | | |
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Giordano Frag Com 15 anos de trajetória musical, o guitarrista Giordano Frag procura equilibrar seu trabalho entre o popular e o instrumental. Fortemente influenciado pelo rock, o músico egresso de bandas como Delito e Severino Blues Band participa de grupos que contam com bom respaldo do público da cidade de Campina Grande (PB), como Boa pergunta e Hijack, além de ter tocado com os principais artistas locais. Há 10 anos se dedicando à composição de temas instrumentais, está gravando seu primeiro disco autoral, trafegando pelo rock progressivo, blues, jazz, soul e funk, entre outros estilos. Suas principais influências são Joe Satriani, Steve Vai, Frank Gambale e Frank Solari, entre outros guitarristas. Giordano também atua como produtor musical, com destaque para os CDs de Gabriel Venâncio, Júnior Menezes, Fábio Silva e Hijack. No palco do III Festival BNB da Música Instrumental, Giordano Frag mostra um pouco desse trabalho próprio, ao lado de João Miguel (baixo), André (teclado) e Daniel Spyker (bateria). | | |
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Groove & Primata Podem dois contrabaixos ocupar todas as sessões de uma banda? Sim! Essa é a proposta do duo Groove Primata, duo formado pelos baixistas potiguares Sérgio Groove e Júnior Primata, músicos reconhecidos na região Nordeste, reunidos em um projeto que vem sendo considerado, nos últimos dois anos, a maior novidade no cenário dos festivais promovidos pela revista especializada Cover Baixo por todo o Brasil. Formado no início de 2006, o duo leva o contrabaixo ao centro do palco, assumindo o papel de todos os instrumentos de uma banda, preenchendo as funções melódicas, rítmicas e harmônicas, em um show que trafega pelos ritmos nordestinos para demonstrar as diversas técnicas do baixo. “Tapping, slap”, “double thumb”, entre outros recursos instrumentais, são apresentados em arranjos de músicas próprias e outras consagradas. Tudo executado exclusivamente com os dois contrabaixos, em um trabalho surpreendente e capaz de cativar a atenção do ouvinte. | | |
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João Omar & João Liberato No show “Diálogos”, dividido com o flautista João Liberato e com outros grandes instrumentistas, o violonista, arranjador, compositor e maestro João Omar apresenta boa parte das músicas de seu primeiro disco, intitulado "Corda Bamba". Das dez músicas que integram o disco, cinco são composições de autoria do músico baiano. O álbum reúne amigos, parceiros e músicos conhecidos do cenário da Bahia, como Edson Sete Cordas e Cacau do Pandeiro. E ainda João Paulo (Jotapê) no clarinete, os amigos Joabe e Borega nos violões, Jean no fagote, Ferreti na zabumba e a percussão bem afinada de Giba Conceição e Gilberto Santiago. Além de contar com as participações especiais do violão de Mário Ulloa e do bandolim do renomado Armandinho. A intenção foi a de registrar composições e arranjos onde o violão se destaca como elemento condutor e agregador, ressaltando a versatilidade do instrumento. Em sua atual apresentação, João Omar também inclui alguns tangos e solos de violão de seu pai, o compositor Elomar Figueira Mello. | | |
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O Quadro Formado por sete professores e alunos do Departamento de Música da Universidade Federal de Pernambuco, O Quadro é um grupo de música instrumental nordestina, de tendência armorial. Costuma se apresentar em eventos, festivais e congressos, entre outras oportunidades, sempre mantendo a proposta de divulgação, através de gravações e shows, da música nordestina, em especial a de Pernambuco, sob uma ótica que resgate a sonoridade e a singeleza da música e da poesia da tradição popular, relida por músicos de formação erudita e de vivência prática. Músicas de compositores pernambucanos conhecidos também são contempladas, mas o foco do grupo são as composições inéditas. O tradicional e o novo, o erudito e o popular formam O Quadro: uma “imagem sonora” da cultura pernambucana. Com Nelson Almeida (baixo e berimbau de lata), Edierck Silva (flauta e pífano), Júlio César (sanfona), Rafael Marques (bandolim, bandoloncello, cavaquinho e violão), Aristide Rosa (viola e violão), Chechel Leal e Tadeu Costa Jr. (percussão). | | |
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Orquestra Sivuca Celebrando um dos maiores nomes da música brasileira em todos os tempos, a Orquestra de Campina Grande Sivuca procura trafegar, sem fronteiras, pelos universos popular e erudito da musicalidade. Violino, violoncelo, contrabaixo, trompete, trombone, flautas, clarinetes, saxofone e marimbas são alguns dos instrumentos que a orquestra apresenta ao público, em concertos didáticos, conduzindo jovens, músicos, pesquisadores, estudantes universitários e o público em geral a um passeio pelo mundo da música orquestral. Promover essa aproximação entre a sociedade e a música erudita e popular brasileira é um dos objetivos do grupo, que tem direção artística dos professores Joelson Miguel e Francieudo Torres. Os concertos são sempre didáticos e os repertórios vão de Mozart a Luiz Gonzaga. A cada concerto, a platéia vivencia a interação com os músicos, que dão detalhes sobre as funções dos instrumentos. | | |
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Orquestra de Rabecas Sesc Cego Oliveira Criada em 2001 em Juazeiro do Norte, na região do Cariri cearense, a Orquestra de Rabecas Sesc Cego Oliveira é uma homenagem ao grande mestre rabequeiro Cego Oliveira e a seu filho Mestre Zé Oliveira. No início, o projeto era mantido tendo Mestre Zé como único rabequeiro. Hoje são mais de 20 músicos dedicados ao instrumento, em um projeto reconhecido pela mídia nacional por seu trabalho de arte-educação, que inclui o resgate da memória musical e visual do Nordestino, com inspiração no Movimento Armorial. Através da orquestra, crianças de comunidades pobres e carentes de cultura passaram a ter outra perspectiva de vida, com um novo rumo artístico. A orquestra se apresenta regularmente em eventos, festivais e ocasiões especiais. Recentemente, participou de apresentações ao lado da cantora lírica italiana Francesca della Mônica. Sua música plural e bem trabalhada chega agora ao III Festival BNB da Música Instrumental. | | |
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Quarteto Bom Tom Contando com Heber Moura (teclados), Ernani Costa (bateria), Edmar Fernandes (guitarra) e Roberto Pinto (contrabaixo), o Quarteto Bom Tom é um grupo de música instrumental cujo repertório é constituído de peças da música nacional e internacional, com ênfase em bossa nova e jazz. O nome escolhido para o quarteto tem dupla significação. Em primeiro lugar, é uma homenagem ao maestro Tom Jobim. Além disso, remete à idéia de um repertório diferenciado, de bom gosto. Formado por instrumentistas experientes, com aperfeiçoamento musical acadêmico no Brasil e no exterior, apesar de seus integrantes se dedicarem também a outras áreas profissionais, a banda conta com a bagagem de Heber Moura e Roberto Pinto, compositores premiados em festivais, com o talento de Ernani Costa, que atuou em grupos marcantes da história da música urbana cearense (como os conjuntos de Ivanildo e Alberto Mota, além de Os Brasas) e com o virtuosismo de Edmar Fernandes, egresso do Berklee College of Music, nos Estados Unidos. | | |
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Quinteto de Flautas Guarani A Associação Comunitária do Guarani, ONG conveniada ao Fundo Cristão para Crianças, implantou em 2002 o Projeto Social “Um som em cada canto”, desenvolvido com crianças e adolescentes em situação de risco social e econômico do município de Campos Sales-CE. A base do projeto era o trabalho de iniciação musical, utilizando a música como código de construção de conhecimentos das manifestações culturais da comunidade, despertando a sensibilidade, a criatividade e a descoberta de novos talentos, favorecendo a inclusão social e a cidadania. Como fruto desse projeto, surgiu em 2006 o Quinteto de Flautas Guarani, reunindo músicos que, tendo como instrumento facilitador a flauta doce, passaram a apreciar ainda mais a música instrumental, utilizando outros tipos de flautas e timbres diferentes: tenor, contralto, transversal, baixo e sopranino. No III Festival BNB da Música Instrumental, o repertório vai da composição clássica à música popular brasileira. | | |
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Jefferson Gonçalves Mantendo há alguns anos um profundo diálogo com a música cearense, através de várias incursões pelo estado para shows, oficinas e revelação de jovens músicos, o carioca Jefferson Gonçalves é um dos mais aplaudidos gaitistas da cena contemporânea brasileira. Com estilo pessoal, influências do melhor do blues e de ícones da música norte-americana, como Bob Dylan, Jefferson mantém contato permanente com a musicalidade nordestina, tecendo uma mistura exemplificada em discos como “Conexão Nordeste – Gréia ao Vivo” e o mais recente, “Ar Puro”. Nele, o inquieto e virtuoso harmonicista sintetiza a bagagem acumulada em suas andanças Brasil afora, Nordeste adentro, principalmente em Pernambuco e no Cariri cearense, palcos de suas pesquisas de ritmos nordestinos. Em seus shows, Jefferson conta com seu fiel escudeiro, o guitarrista Kléber Dias, e com a musicalidade de Sérgio Velasco (guitarra, marimbal, dobro, violão de seis, lapsteel e vocal), Fábio Mesquita (baixo), Técio Andrade e Marco B.Z. (bateria e percussão). | | |
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Trio Sotaque Grupo musical pernambucano com ênfase nos ritmos brasileiros tradicionais como o frevo, o baião e o choro, o Trio Sotaque iniciou-se com Luciano Magno, guitarrista baiano radicado no Recife e um dos nomes mais conceituados em seu instrumento no cenário brasileiro. Da parceria com o pianista Fábio Valois, outro artista experiente do Estado, surgiu o disco “Sotaque” (2004), com foco nos ritmos nordestinos e na influência do jazz, gênero marcante na formação musical da dupla. No início de 2005, Luciano e Fábio convocaram o experiente pandeirista Raimundo Batista para um projeto. O resultado foi um entrosamento tão natural que redundou no surgimento do Trio Sotaque, que já realizou apresentações em países como França, Portugal, Espanha, Itália, Alemanha e Argentina. Este ano, o Trio Sotaque lança seu primeiro DVD, gravado no nobre palco do Teatro Santa Isabel, em Recife, com participações do cantor André Rio, do flautista César Michiles e do guitarrista Heraldo do Monte. | | |
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Cainã Cavalcante Uma das maiores revelações da cena musical cearense, Cainã Cavalcante vem se destacando como violonista e guitarrista, encantando platéias em Fortaleza e tendo participado, com destaque em sua juventude, de eventos freqüentados costumeiramente por veteranos e consagrados virtuoses, como o Festival Jazz & Blues de Guaramiranga. Tendo sido descoberto ainda na infância pelo pai, o compositor e produtor cultural Ronaldo Cavalcante, Cainã cedo recebeu o aval de músicos populares como Belchior e o Quinteto Violado. Venceu concursos de violão em outros estados, despontou como promessa na noite da capital cearense, estudou com mestres do violão nas searas do choro e da música instrumental brasileira. Hoje colhe os frutos de uma precoce maturidade, aplaudida em grandes shows e em seu primeiro disco, “Morador do Mato”, ao tempo em que finaliza seu segundo disco, sob as bênçãos do cantor e compositor Raimundo Fagner, além dos maiores nomes da cena instrumental do Ceará. | | |
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Carlinhos Patriolino Bandolinista, violonista, compositor e arranjador, Carlinhos Patriolino é um dos mais respeitados músicos do cenário cearense. Requisitado para shows por grandes intérpretes populares, do consagrado Ednardo à vibrante cantora Fhátima Santos, Patriolino exala musicalidade ao demonstrar seu talento, forjado no berço do choro e da melhor tradição da música brasileira – da MPB ao instrumental. Assim, já foi aplaudido em grandes eventos, como o Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, do qual participou ladeando vários artistas e também chamando para si as atenções com um show solo. Na companhia freqüente dos melhores instrumentistas do Estado, Patriolino conta com registros fonográficos como seu disco autoral, “Rabiscos”, e o CD da banda Brazuka, celeiro de virtuosos representantes da música cearense. Agora, pouco tempo depois de retornar de uma bem-sucedida temporada na Espanha, Carlinhos Patriolino está de volta ao Ceará e é uma das atrações do III Festival BNB da Música Instrumental. | | |
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Syntagma Um dos grupos mais longevos na cena musical cearense, o Syntagma se dedica a um aprofundado trabalho de pesquisa de repertório, lançando luz sobre peças da música antiga, medieval e renascentista, a partir das quais costuma construir pontes com a musicalidade nordestina – ancestral e mais recente. Berço de grandes instrumentistas, muitos dos quais se tornariam professores em conservatórios e universidades, o Syntagma se tornou uma verdadeira escola, contando com o reconhecimento da comunidade cearense e do público nacional interessado em ouvir um repertório diferenciado, executado por um grupo cujo perfeccionismo vai da recuperação e da elaboração de novos arranjos para peças de autoria desconhecida, até a busca de instrumentos adequados à execução desses temas. Assim são os registros fonográficos e as apresentações do Syntagma, que traz a sutileza de sua sonoridade favorecendo a diversidade no III Festival BNB da Música Instrumental. | | |
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Márcio Resende Carioca de há muito radicado em Fortaleza, ajudando a movimentar a efervescente cena instrumental da capital cearense, o saxofonista e flautista Márcio Resende é um dos nomes mais destacados em ambos os instrumentos, graças à sua musicalidade capaz de combinar técnica, criatividade e invenção. Com a bagagem prática e teórica acumulada em anos de formação em escolas consagradas, como a Berklee College of Music e o New England Conservatory, nos Estados Unidos, Márcio é um mestre na improvisação jazzística, característica que também aplica à música instrumental brasileira, com pegada e sotaque próprios. Atualmente trabalhando a divulgação de seu disco de estréia – “New Bossa”, cujo repertório é integralmente autoral, incluindo parcerias com instrumentistas como Adelson Viana e Tarcísio Sardinha –, Márcio leva seus choros, bossas e baladas costurados com virtuosismo ao III Festival BNB da Música Instrumental. | | |
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Adelson Viana Adelson Viana é uma unanimidade entre seus colegas do cenário musical cearense contemporâneo. Motivos para tal não faltam. A inspiração como compositor, o perfeccionismo com que se entrega ao piano, ao teclado e ao acordeom, o esmero e a sensibilidade na elaboração de arranjos. E mais: a simpatia e a simplicidade com que constrói uma grande rede de amigos, tecida ao longo de sua trajetória musical, cuja origem bebe na fonte dos grandes nomes da sanfona, como Luiz Gonzaga. E Dominguinhos, com quem costuma dividir o palco, sempre que o autor de “De volta pro aconchego” aporta em Fortaleza. Proprietário do Vila Estúdio, nascedouro de grande parte da produção fonográfica cearense atual, Adelson leva sua musicalidade brasileiramente diversificada e ecleticamente universal a diversas formações, como os grupos Brazuka (instrumental) e Forró na Roça. Além de tocar com intérpretes populares como Raimundo Fagner e Kátia Freitas e de se destacar como um dos mais respeitados instrumentistas cearenses. | | |
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Manassés “A Música Universal de Manassés” é o título de um dos discos do consagrado violonista, conhecido pela sonoridade das 12 cordas de seu instrumento, com o qual compõe temas instrumentais para seus próprios álbuns, trilhas para cinema e para espetáculos de dança como os da ONG Edisca, de Fortaleza. Ainda muito jovem, o músico nativo de Maranguape (CE), que se iniciou como guitarrista em conjuntos de baile, passou para o cavaquinho e dali para o violão. Integrou a geração do “Pessoal do Ceará”, sob as bênçãos de artistas como Rodger de Rogério e a cantora Téti. Mais tarde, ao lado de Petrúcio Maia, integrou a Banda Santarém, que acompanhou o cantor Raimundo Fagner e chegou a gravar um disco próprio. Depois de muito andar pelo mundo, levando seu talento à América e à Europa, Manassés retornou ao Fortaleza nos anos 1990, contribuindo em um novo momento da música cearense, com seu próprio estúdio, o “Olho D´água” – hoje transferido para Maranguape, onde vive o músico, que conta com diversos discos e um DVD gravado ao vivo. | | |
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Pádua Pires Guitarrista, violonista, compositor e arranjador, Pádua Pires é figura de destaque no cenário musical cearense, ladeando intérpretes e instrumentistas em shows e trabalhos em estúdio, construindo uma carreira autoral em um disco próprio e através de parcerias com diversos colegas, com quem compõe músicas e também letras – algumas das quais vem, mais recentemente, apresentando na própria voz, ao participar de shows de colegas de criação musical, como o saxofonista e flautista Márcio Resende. A complexidade de suas harmonias na guitarra pode ser conferida também no disco do compositor cearense Valdo Aderaldo e da cantora Paula Tesser, gravado ao vivo, com grande destaque para os acordes da semi-acústica de Pádua. Acostumado a mostrar seu talento em variadas formações instrumentais, o guitarrista também foi aplaudido este ano no Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, com a Dunas Jazz Band. Agora, nova chance para conferir a musicalidade de Pádua Pires, no III Festival BNB da Música Instrumental. | | |
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Marcílio Homem Cearense radicado em Brasília, onde compartilha seus ensinamentos musicais com alunos de variadas gerações, Marcílio Homem se destaca pela perfeição ao tocar instrumentos de cordas, com ênfase no violão e na guitarra. Mas também pelas composições que exalam sensibilidade, intuindo melodias sedutoras a partir de harmonias aparentemente simples, mas habilmente lapidadas. É assim nas parcerias com nomes da música popular cearense contemporânea, como Marcus Dias, Olímpio Rocha e Rogério Franco, e em peças instrumentais que encontraram seu caminho para se tornarem clássicos da nova música do Estado. Temas como “Cerração” e “Moça Nua”, hoje estudados em conservatórios e universidades. Com dois discos próprios dedicados à música instrumental, Marcílio é também reconhecido como arranjador requisitado para shows, festivais de música e trabalhos de estúdio. No III Festival BNB da Música Instrumental, Marcílio se reencontra com o público cearense. Saudoso de seu violão. | | |
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Marimbanda Um dos mais aclamados grupos de música instrumental em atividade no Ceará, a Marimbanda registrou sua musicalidade em um disco de estréia, homônimo, e em um segundo trabalho, intitulado “Tente Descobrir”. Em ambos sobressaem o talento nas execuções, a apurada noção de conjunto, a criatividade nas composições do timoneiro Luizinho Duarte (bateria, percussão e, eventualmente, violão de sete), na companhia de Heriberto Porto (flauta), Ítalo Almeida (piano e acordeom) e Miquéias dos Santos (contrabaixo). Tendo iniciado suas atividades em 1999, o grupo já alcançou conquistas como a seleção para o Prêmio Visa de Música Instrumental e uma turnê patrocinada pelo Sesc, incluindo apresentações na capital e no interior de São Paulo. De quebra, arrematou prêmios de melhor grupo, de 2001 a 2004, de acordo com votação popular pelo site www.nelson.com.br. No palco, seus shows trazem a confirmação do feliz encontro de quatro virtuosos da música cearense, sempre com o tempero de novas composições. | | |
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Banda de Metais e Percussão Eliel Nunes Criada em 1985, com o intuito de promover a educação e a integração de jovens através da música, a Banda de Metais e Percussão Eliel Nunes vem cumprindo uma expressiva seqüência de participações em festivais e outros eventos musicais, na Paraíba e em outros estados brasileiros. Sempre enfatizando a importância da arte como prática sócio-educativa, o grupo vem obtendo crescente destaque no movimento de bandas e fanfarras, participando de vários concursos e angariando prêmios nacionais e internacionais, dentro de sua categoria. Entre os prêmios já conquistados, os concursos da Confederação Nacional e da Confederação Nordestina de Bandas e da Associação dos Músicos, Regentes e Instrutores de Bandas e Fanfarras do Estado da Paraíba. As apresentações da orquestra costumam ser bastante aplaudidas, com sua formação tradicional emprestada a um repertório que passeia por diversos Brasis musicais, com gêneros variados e destaque para raízes da música popular, relida por meio dos metais e da percussão. | | |
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Quinteto Amadeo Sob a coordenação de um obstinado defensor da música erudita no Ceará e em outros estados do Nordeste, o maestro Gladson Carvalho, o Quinteto Amadeus traz ao III Festival BNB da Música Instrumental a sonoridade apurada de um dos clássicos de todos os tempos da música universal: “As Quatro Estações”, de Vivaldi. Contando com Gladson (2º Violino), Michael Pena (1º Violino), Ana Angélica Teixeira (viola), Natália Bezerra (violoncelo) e Marcos Vinícius (contrabaixo), o quinteto, cujas atividades se iniciaram em maio de 1998, atende à proposta de reproduzir uma das mais clássicas formações da música de câmara. Interpretando a obra-prima de Vivaldi, o grupo celebra o Barroco (1600-1750), um dos períodos mais férteis em produção musical, reforçada por nomes como Hendel e Bach. Época em que os instrumentos de corda tiveram seu momento de auge, a serviço de peças de eterna beleza e significado. | | |
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Duofel Tendo marcado presença em uma das primeiras edições do Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, o Duofel retorna ao Ceará, agora para se apresentar no III Festival BNB da Música Instrumental. Formado pelos autodidatas Fernando Melo (violões de doze e de cinco cordas) e Luiz Bueno (violão de cinco), o Duofel iniciou sua trajetória musical ainda em 1977, quando os instrumentistas integravam a banda de rock progressivo Boissucanga. Após sete anos de convivência musical com a cantora Tetê Espíndola, o Duofel lançou seu primeiro disco em 1987. Seu disco de 1996, “Kids of Brazil”, teve arranjos assinados por ninguém menos que Hermeto Pascoal. O virtuosismo de seus violões também já foi empregado em experiências com outras linguagens, como a música eletrônica do grupo Lunatics. Nos shows da dupla, os aplausos são recorrentes para peças autorais, como “Sarau no Parque 10” e “A caminho de Iracema” e releituras que vão de Gil e Vinícius a Beatles e Adoniran Barbosa. Sempre em prol da musicalidade. | | |
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Arthur Maia Egresso da movimentada cena instrumental de Niterói (RJ), Arthur Maia é reconhecido internacionalmente por sua técnica apurada, vasta bagagem musical e criatividade nos improvisos ao contrabaixo. Também cantor, compositor e produtor musical, Arthur iniciou sua trajetória musical na adolescência, ao ganhar um baixo de presente de seu tio, Luizão Maia. Dois anos depois, já iniciava carreira profissional, acompanhando músicos como Ivan Lins, Luiz Melodia, Marku Ribas e Márcio Montarroyos. Ao longo de seu histórico de muitas atividades, destaque para as participações em grupos de grande importância para a música brasileira, como o Pulsar, Cama de Gato, Egotrip e Banda Black Rio. Contando com um estilo próprio na execução do contrabaixo – inclusive em sua versão “fretless” –, Arthur é constantemente escalado para tocar ao lado de nomes da música brasileira (de Caetano a Milton, de Djavan a César Camargo Mariano) e mundial: Plácido Domingo, Paquito D'Rivera, Carlos Santana e George Benson, entre outros. | | |
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Marcelo Randemarck Músico potiguar que mantém um profundo envolvimento com a cena cearense, o contrabaixista, compositor e arranjador Marcelo Randemarck está de volta ao Ceará, após uma temporada residindo em São Paulo, onde participou de festivais como os promovidos pela revista Cover Baixo e se apresentou ao lado de instrumentistas consagrados, como Arismar do Espírito Santo, Tiago do Espírito Santo, Filó Machado e Toninho Horta. A estrada musical o levou ainda a tomar parte de importantes festivais de jazz na Europa. Regressando à capital cearense, participa do III Festival BNB da Música Instrumental apresentando em primeira mão, ao lado de Edson Távora Filho (teclado), Bob Mesquita (sax e flauta) e Denilson Lopes (bateria) o repertório de seu novo disco, formado integralmente por suas composições próprias, costuradas com a inventividade de seu contrabaixo. | | |
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Gersinho e Maia Experimento Compositor, arranjador e multiinstrumentista de cordas, tocando da guitarra ao alaúde, com destaque principal para o violão, Marcos Maia teve aprendizado musical formal no Conservatório Alberto Nepomuceno, em Fortaleza, e no Curso de Licenciatura em Música da Universidade Estadual do Ceará, onde, desde 1988, é professor. Atualmente integrando os grupos Power Trio Brasil e Syntagma (este também presente na programação do III Festival BNB da Música Instrumental), apresenta no evento um novo show e uma renovada formação, ao lado do guitarrista, compositor e professor Gersinho Amorelli, egresso de grupos referenciais do rock cearense, como o Iris Sativa. E ainda do baixista Roberto William e do baterista Adriano Azevedo. Eis o quarteto “Gersinho e Maia Experimento”, que define a própria proposta musical como um painel de sons, silêncios, ruídos, melodias, ritmos, performance, reflexões e emoções conscientes. Sem fronteiras para a criatividade. | | |
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Zezo Ribeiro Virtuoso violonista, o paulista Zezo Ribeiro teve a oportunidade de apurar sua técnica e trocar experiências com o internacionalmente consagrado guitarrista John Scofield. Misturando influências de diferentes universos musicais, do erudito ao jazz, passando pelos ritmos latinos e pelo flamenco (após viver dez anos na Espanha, estudando as conexões da música flamenca com a música brasileira, com o reconhecimento do Ministério da Cultura na forma de uma bolsa de pesquisa), Zezo produziu seis discos autorais. O mais recente se intitula “Zezo Ribeiro – Solo e Muito Bem Acompanhado”. Presença certa nos melhores espaços para a música instrumental na capital paulista, o músico se destaca pela apurada interpretação que costuma empregar em suas apresentações, tocando violão caipira e violão soprano. “Quando me recordo dos 25 países que conheci e analiso minha discografia, percebo que valeu a pena deixar tudo para trás por minha grande paixão: a música”, declarou ao jornal Bom Dia, do interior paulista. | | |
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O Garfo Formada por músicos com experiência em outros grupos da efervescente cena atual do rock cearense, agora dedicados a instrumentos diferentes dos que costumavam tocar nas antecedentes 2Fuzz, Fóssil e Café Colômbia, O Garfo reúne Felipe Gurgel (baixo), Vitor Colares (guitarra) e João Victor (bateria). Formada em março de 2007, a banda prepara um EP intitulado “A Cria de Frank Einstein” e já se tornou destaque em sites de divulgação da música independente, como o Trama Virtual. Quanto ao som do Garfo, seus próprios integrantes arriscam várias direções, de forma descompromissada com rótulos para sua própria proposta: de “stoner-pop” a “post-eletro”, até “pré-future”. Melhor é conferir a pegada dançante do trio, entre o indie e o alternativo, colaborando para a diversidade do III Festival BNB da Música Instrumental, e tirar suas próprias conclusões. | | |
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Macaco Bong Ativa participante da cena roqueira de Cuiabá (MT), a banda Macaco Bong iniciou suas atividades em 2004, com um quarteto de rock. Um ano depois, tornou-se um power trio, mantendo, no entanto, a proposta de fazer rock instrumental com conteúdo musical, a partir da desconstrução dos formatos mais convencionais de arranjos de música popular. E agregando à música brasileira influências que vão do jazz ao pop, passando pelo fusion. Contando com Bruno Kayapy (guitarra), Ney Hugo (baixo) e Ynaiã Benthroldo (bateria), a Macaco Bong vem cruzando o Brasil, participando de festivais como o Mada potiguar, o Vaca Amarela goiano, o Rec Beat pernambucano e o Laboratório Pop carioca. Uma trajetória que já rendeu, além do reconhecimento do público independente, críticas elogiosas em veículos especializados, como a revista Bizz. Além dos trabalhos junto à banda, os Bongs fazem parte do Instituto Cultural Espaço Cubo, como produtores musicais e realizadores de festivais. | | | | | |