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Contratações do BNB para capital de giro crescem 70% em Alagoas

Foram R$ 64 milhões injetados nos caixas das empresas alagoanas em 2017, demanda que aumenta apesar da crise. Até dezembro, expectativa é contratar mais R$ 50 milhões

Maceió, 9 de outubro de 2017 – O Banco do Nordeste fechou setembro com cerca de R$ 64 milhões contratados para capital de giro de empresas alagoanas, um aumento de 70% em relação ao mesmo período de 2016. 

Os recursos são do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e podem ser destinados à aquisição de matérias-primas e insumos utilizados no processo produtivo de indústrias e agroindústrias; mercadorias, inclusive máquinas, veículos utilitários, aeronaves, embarcações ou equipamentos, destinados à constituição de estoques de empresas comerciantes desses bens; insumos utilizados por empresas de prestação de serviços, inclusive turísticas e por empresas do setor de infraestrutura, bem como gastos gerais envolvidos no funcionamento da empresa. 

Para o superintendente estadual do BNB em Alagoas, Wesley Maciel, a economia do Estado vem dando mostras de recuperação, mesmo em contexto de crise, sendo o momento propício para apostar na formação de estoques e incremento dos insumos. "A demanda por esse tipo de crédito, injetado diretamente nos caixas das empresas, vem crescendo em Alagoas, tanto na capital como no interior. Temos aumentado as contratações com a proximidade do final de ano e boas perspectivas de aumento nas vendas", afirma. Ele acrescenta que, até dezembro, o Banco do Nordeste pretende aplicar mais R$ 50 milhões com recursos dessa natureza. 

Demanda

A maior demanda por esse tipo de crédito tem sido gerada pelos empresários atendidos pelas agências da capital. No período analisado, as três unidades de Maceió responderam por 43,7% dos recursos destinados ao capital de giro, somando R$ 28,1 milhões.

As agências do interior também registram crescimento. Até setembro, as maiores contratações foram realizadas na região de Arapiraca (R$ 12 milhões), seguida por Penedo (R$ 5,1 milhões), Palmeira dos Índios (R$ 3,8 milhões), Batalha (R$ 2,7 milhões), Rio Largo e Delmiro Gouveia, ambas com R$ 2,1 milhões aplicados com os recursos do FNE-Giro. 

Condições

Segundo o superintendente, outro motivo que também contribui para o aumento dessa demanda  foram as recentes mudanças nas condições de tomada do crédito, ampliando o acesso a esses recursos. "Uma das destinações do FNE voltado ao capital de giro é cobrir despesas com gastos gerais, antes não contemplados, a exemplo de folha de pagamento, exceto tributos, despesas de contas de água, energia e comunicação, combustíveis e lubrificantes, material de expediente e limpeza, despesas de manutenção de veículos, máquinas e equipamentos, despesas de postagem e de frete e aluguel e condomínio do empreendimento", informa. 

Também impulsionou a demanda, a recente redução nas taxas de juros para esse crédito, possibilitada pelo aumento da participação do FNE como fonte de recursos. A queda nos juros foi de cerca de 12%, fazendo com as taxas partam de 0,88% ao mês, no caso de parcelas pagas em dia. 

Outra vantagem são os prazos envolvidos no processo de crédito. Para empresas prestadoras de serviços vão até 24 meses, já incluídos até três meses de carência, inclusive no caso de gastos gerais relativos ao funcionamento do empreendimento. Para as demais empresas, os prazos são de até 36 meses, já contemplados até seis meses de carência.