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Fundo Constitucional operado pelo BNB bate recorde de contratações no RN

Natal, 6 de março de 2018 – O Banco do Nordeste injetou quase R$ 1,7 bilhão na economia norte-rio-grandense em 2017, 38% a mais que no ano anterior. Desse total, 65,7% dos recursos saíram das linhas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, operado com exclusividade pelo Instituição, conforme definido ainda na criação do FNE, na Constituição de 1988. Para este ano, com a redução de taxas que já eram as mais atrativas do mercado, a expectativa é de superação destes números.

Para bater seu próprio recorde, a Superintendência Estadual do Rio Grande do Norte está desenvolvendo trabalho baseado no planejamento extremo das ações. Na verdade, o trabalho começou há dois anos, durante a programação da aplicação dos recursos do FNE 2017. Maior necessidade das empresas por capital de giro; demanda crescente por investimentos em energias renováveis e infraestrutura, entre outros itens, pautaram a atuação das agências. Infraestrutura, inclusive, foi a rubrica que mais exigiu recursos, fechando o ano com R$ 406,8 milhões contratados.

Tanto os segmentos rurais quanto os urbanos, contemplados com recursos do FNE, apresentaram crescimento no Estado. Comércio e Serviços registrou a maior alta, 40,2% e volume de R$ 393 milhões em negócios. A indústria contratou R$ 64,3 milhões, 19% a mais que em 2016. Pecuária, com crescimento de 11,7% e R$ 153,6 milhões em financiamentos, e Agricultura, com 8,6% a mais nas contratações e R$ 55,3 milhões liberados, vieram em seguida. 

O acúmulo de boas notícias vindas do interior - leia-se: chuvas - tem tudo para consolidar 2018 como um ano de crescimento em todos os ramos da economia potiguar. De olho em iniciativas empreendedoras, a Super-RN quer alavancar as contratações. "A perspectiva, em função de todos os avanços verificados no ano anterior, por meio do apoio creditício aos diversos setores e públicos, dos microempreendedores urbanos e rurais até os grandes negócios, é de dobrar o volume de aplicações com recursos do FNE", calcula o superintendente Fabrizzio Feitosa.


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