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Empreendedorismo feminino: recursos do Banco do Nordeste a agricultoras familiares aumenta 38%

Banco do Nordeste em Alagoas investiu R$ 336 milhões em empreendimentos de agricultoras familiares nos últimos cinco anos.

Maceió (AL), 9 de março de 2021 – Os financiamentos do Banco do Nordeste destinados às agricultoras familiares aumentaram 38% em cinco anos, totalizando R$ 336 milhões. Ano passado, mesmo diante dos desafios impostos pela crise sanitária da covid-19, o incremento foi de 10%, em relação a 2019, somando R$ 76 milhões em 14.393 operações. No âmbito do Agroamigo, programa de microcrédito produtivo orientado do Banco, o público feminino já desponta com o maior número de contratações e de valores financiados.

Para o superintendente estadual do Banco do Nordeste em Alagoas, Sidinei Reis, os números revelam a força e o empreendedorismo feminino no campo. "As mulheres estão, cada vez mais, evidenciando seu protagonismo em diversas áreas e esse contexto também se apresenta no meio rural, mais especificamente na agricultura familiar. Os valores financiados para o público feminino desse segmento têm aumentado significativamente, em especial, para as atividades de bovinocultura, fruticultura, ovinocultura e grãos, que encontram respaldo nas diversas linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que possui um crédito exclusivo, o Pronaf - Mulher", ressalta.

O superintendente destaca ainda que, levando-se em consideração as contratações realizadas pelo Agroamigo, as mulheres já aparecem na liderança, com 51% do total, e 6% a mais, em valores financiados, na comparação com o público masculino de microempreendedores rurais.


Empreendedorismo rural

Exemplos de empreendedorismo no meio rural, duas agricultoras familiares que participam do Agroamigo são destaques: Mariana Barbosa de França, do município de Batalha, e Alícia Kaline de Oliveira, de Santana do Mundaú. A primeira, que trabalha com bovinocultura de leite, conseguiu, com o apoio do microcrédito, adquirir duas matrizes bovinas, e investir em melhorias no processo produtivo, pois passou a contar com um rebanho de 15 animais, o que viabilizou aumento da produção do leite e a comercialização de queijo.

Já Alícia é proprietária de uma pequena agroindústria de polpa de frutas, na qual trabalha com a família. Cresceu com o programa, desde 2017. Por meio do Agroamigo, ela inovou ao adquirir placas fotovoltaicas para geração de energia solar, diminuindo os custos de energia no processo produtivo. Os produtos são comercializados no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

 


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