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Exposição no Centro Cultural Banco do Nordeste propõe diálogo entre arte e tecnologia

Fortaleza, 25 de novembro de 2016 – Trabalhos que dialogam com equipamentos tecnológicos produzidos por um grupo de 20 alunos em oficinas realizadas no Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB-Fortaleza) compõem a exposição de artes visuais “Instalações, Interfaces e Sistemas Imersivos”, em cartaz no CCBNB-Fortaleza, na Rua Conde d'Eu, 560 – Centro. A mostra é aberta ao público, gratuita e segue até 7 de dezembro, das 10h às 19h.

“Nossa proposta não era unificar a curadoria em torno de conceitos, temáticas ou questões formais, mas abrir processos de construção, compartilhar o processo de apropriação e abrir ao público a possibilidade de interagir com as obras. Continuamos afirmando a necessidade de espaços como esses, espaços de investimento no acesso aos meios e de abertura para a experimentação continuada”, diz a professora de audiovisual, Caroline Holanda.

Ela e o artista visual Alexandre Veras foram os responsáveis por coordenar e orientar as aulas e a seleção dos alunos. Nas oficinas, os curadores apresentaram várias possibilidades de uso das interfaces e suas aplicações. Após esse processo, os participantes desenvolveram projetos para a exposição.

Para Alexandre Veras, a exposição atende a demanda por espaços de formação e pesquisas que estejam abertos e equipados para que experimentações em arte e tecnologia possam se configurar na cidade. Ele informou que os 20 alunos foram divididos em 5 grupos, resultando em trabalhos diferentes, cada qual dialogando com o universo de referência dos artistas propostos.

Segue a relação dos trabalhos:

O mundo é um processo interativo – Instalação Jogável

Programação orientada às artes. Trata-se do desenvolvimento de Jogos instalativos performativos, inspirados em obras célebres da body art, happening, performance.

Istorô!

Por meio de narrativas e experimentações sonoras planejadas em diálogos com interfaces digitais e sensores, a experiência é um instante que inverte concepções sobre a rua e o que dela se produz.

Num fechar de olhos

Trata-se de uma delicada e talvez perversa mudança nas regras do dispositivo cinematográfico que busca deslocar o espectador de seu regime de absorção passiva das imagens e do som, seja para seu desconforto ou sua satisfação.

Segundo a mídia

O trabalho investiga os modos de abordagem da mídia na cobertura dos recentes eventos políticos no país. Utilizando as plataformas online de comunicação, como redes sociais e blogs.

Klimt Bit

É uma instalação imersiva em arte digital criada colaborativamente e tem como campo de experimentação o cinema expandido, a música generativa, as artes digitais e obras de Gustav Klimt e Claude Debussy.

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